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Modelo de Maturidade para a Adoção do Scaled Agile Framework (SAFe)

por | 29 de novembro de 2024

Nesta edição, vamos explorar um dos desafios mais relevantes no universo da agilidade em larga escala: como medir e guiar a adoção do Scaled Agile Framework (SAFe)? A partir do estudo liderado por Oktay Turetken e sua equipe, entendemos como o Modelo de Maturidade do SAFe (SAFe MM) está ajudando organizações a navegar esse cenário complexo.

Por que o SAFe é Importante?

Metodologias ágeis como Scrum são excelentes para equipes pequenas e localizadas. No entanto, empresas com centenas de desenvolvedores distribuídos globalmente enfrentam desafios únicos ao escalar essas práticas. É aqui que o SAFe se destaca, propondo princípios e práticas que integram agilidade a níveis organizacionais, garantindo benefícios como:

  • Redução de custos e defeitos pós-lançamento;
  • Melhoria na produtividade e tempo de entrega;
  • Maior alinhamento com as necessidades do cliente.

Apesar dos benefícios, implementar o SAFe pode ser um desafio. Muitas empresas têm dificuldade em priorizar ações e medir a maturidade durante a transição.

O Modelo de Maturidade do SAFe

Modelo de Maturidade do SAFe (SAFe MM) incorpora um total de 59 práticas, das quais:

  • 40 práticas são provenientes do modelo de maturidade ágil SAMI, adaptadas e ajustadas para alinhar-se aos princípios do SAFe, especialmente no nível de equipe.
  • 19 práticas adicionais foram introduzidas especificamente para abordar os requisitos e desafios do SAFe, cobrindo aspectos de escalabilidade em larga escala, alinhamento estratégico e integração de times.

Essas práticas são distribuídas em cinco níveis de maturidade, organizados para garantir um progresso lógico e sustentável na adoção do SAFe.

Como funciona?

O modelo divide práticas em níveis de maturidade (1 a 5), estruturados por princípios ágeis. Cada prática em níveis superiores depende da implementação bem-sucedida de práticas nos níveis inferiores. Por exemplo:

  • Nível 1: Planejamento colaborativo.
  • Nível 2: Planejamento e sincronização de releases.
  • Nível 3: Integração contínua e trens de release ágeis (ARTs).

Resultados

  • Pontos fortes: práticas de níveis iniciais, como equipes autogerenciadas, foram amplamente adotadas.
  • Desafios: Planejamento colaborativo e sincronização de equipes distribuídas globalmente apresentaram baixa maturidade devido a barreiras geográficas.

O modelo permitiu à organização identificar lacunas críticas e priorizar ações para aprimorar a comunicação e o alinhamento entre equipes.

Como isso impacta você?

Se sua organização está considerando adotar ou expandir o SAFe, o SAFe MM oferece:

  • Uma abordagem estruturada para medir o progresso.
  • Um roteiro claro para superar desafios e atingir benefícios de longo prazo.

Vamos continuar explorando ferramentas como essa para transformar a maneira como entregamos valor aos clientes. Compartilhe suas experiências com SAFe e outros frameworks de escalabilidade.

Até a próxima.

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